Quem quiser pode aparecer por lá !!
Tanto ser serve para andar, como para dar pontapés !
Quem quiser pode aparecer por lá !!
Com a rarefacção de ideias positivas e construtivas, o que resta da Arqueologia Portuguesa deverá ser absorvido pelo sistema de ejecção letal e definitva com base nas ideias dos idiotas castrantes.
Afinal o que é ?
Afinal para que serve ?
Afinal ainda alguém se lembra disto ?
Ou, será possível que alguém se tenha escquecido ?
Depois de uma feriazitas, muito ocupado em fazer uma coisitas com comboios (http://omeutrainz.blogspot.com/), os quais, diga-se passagem, estão a sofrer uma mutilação tão forte quanto o património arqueológico português, mesmo com a criação, em papel, do Museu Ferroviário Português, no Entroncamento.
Despois das férias, dizia eu, verifica-se que o panorama da arqueologia portuguesa não mudou quase nada.
Há alguns atrás que tento ser otpimista, ou pelo menos, não ser pessimista.
Mas a porra da realizadade estraga sempre tudo:
Mas aonde vamos parar ?
O tanque a que se refere é a natatio das grandes termas do sul.
Destruições posteriores tinham destruído o bordo da piscina e a escavação dos anos 60/70 tinha rebaixado todos os níveis abaixo dos pavimentos originais.
Para recuperar e conservar o monumento foi necessário recolocar os pavimentos da época flaviana, o que obrigou a reconstituir o bordo destruído do tanque.
Espero tê-lo esclarecido.
Cumprimentos
Virgílio Hipólito Correia(Director)Museu Monográfico de Conimbriga3150-120 CONDEIXAPortugaltel. + 351 239 949 110fax + 351 239 941 474www.conimbriga.pt
"Que porcaria é aquela que estão a fazer por lá?
Aquela obra teve Estudo de Impacte Ambiental?
Que fizerem os Arqueólogos?
Que fizeram os arqueólogos da Universidade de Coimbra (são os que estão ali à mão de semar)?
Que fez o IPA?
Depois ainda me chateiam com pedidos de adenda a relatórios de coisitas de nada?
Se houvesse Ordem dos Arqueólogos, que faria ela?
Se houvesse Ordem do Professores Universitários, que faria?
Se houvesse Ordem dos Instituto do Património que faria ela?
A mim seca-me a garganta da secura da arqueologia portuguesa. "
(sic)
Ontem decorreu o primeiro encontro, em Lisboa.
Foi interesssante e abordaram-se os principais aspectos negativos e positivos que constitutem o tema para os últimos dez anos.
Pode encontrar-se o programa em http://www.apai.org.pt/.
Pena foi a não presença de arqueólogos que só são professores universitários, pensando que não têm nada a dizer e a ouvir sobre isto.
Pena que não se saiba o que está para vir no que diz respeito à organização das competências do património.
Um aspecto positivo, entre outros (claro!), foi o de ter encontrado um antigo colega de liceu que me "empurrou" para a arqueologia e que não o via há mais de 15 anos.
Mais elucubrações virão.
Na semana passada estive com gripe.
Descobri um tipo de remédio próprio para arqueólogos:
- Mucolítico !
Bifacetar (Idanhense) - Para bifacetar usa-se o percutor, embora não se exclua a hipótese de o topo do bifacer srevir para percurtir.
Não Respondo (TSFM) - Vá lá coragem. Não dói ! Já se escreveu tanta asneira. Alguma dessa asneira será a verdade (Agostinho da Silva, eheheh).
A Kriska fez referência a um livro de História que afirma a funcionalidade do biface como instrumento para caçar.
Afinal o que é ? - Calhau afeiçoado de modo a ficar com duas faces e se calhar uma terceira nunca referida. A face que serve para o segurar.
Diga de passagem, que é das peças mais bonitas que o Homem conseguiu fazer até hoje.
Afinal para que serve? - Muito arqueólogos já pensaram nisso. Muitos outros até pensaram como estudar o assunto. Mas alguém pegou nisso?
Julgo que não. (se houver textos sobre isso agradeço a informação)
Ao olhar para aquilo, "vê-se" uma ponta de lança, um projéctil.
Mas, não se poderá "ver" um martelo, uma faca(lhão), um pico para escavar, enxada.
Vá lá, peguem num biface, façam uma quantas réplicas e usem-nas e vejam de modo foi ele mais eficaz.
Depois digam ao povão arqueológico, os resultados.
Ah! - já me esquecia, cuidados com os empatas.